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O novo mercado imobiliário: Perspectivas, tendências e oportunidades para 2020

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Postado dia agosto 6, 2019


Economia em reaquecimento, indicadores econômicos positivos e confiança no cenário econômico estão trazendo resultados positivos para o setor imobiliário

Há uma certeza inabalável na economia: crise e euforia acabam. Essa lógica também vale para o mercado imobiliário e a baixa que durou cinco anos, finalmente, acabou. De acordo com o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), o setor da construção civil movimentou R$ 57,7 bilhões em 2018, aumento de 33% em comparação com 2017. Só em São Paulo, a pesquisa anual do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), foram 29,9 mil novas unidades construídas no ano passado – aumento de 26,7% na oferta. Outros indicadores econômicos, como o PIB e a taxa Selic, também mostram dados positivos.

O Brasil teve um período de crescimento acentuado entre 2008 e 2014, época em que os preços dos imóveis dispararam. No estado de São Paulo, a alta foi de 200%. No Rio, quase 250%. Esse longo período de crescimento foi chacoalhado pelo reflexo tardio de uma recessão mundial, o que resultou na estagnação imobiliária. Os bancos iniciaram uma forte restrição de crédito a partir de 2013, cortando os financiamentos à metade. 

DO ANO PASSADO PARA CÁ, A SITUAÇÃO MUDOU. SEGUNDO O SECOVI, AS VENDAS ACUMULADAS DE UNIDADES RESIDENCIAIS ENTRE JUNHO DE 2018 E MAIO DE 2019 JÁ CHEGARAM A 32,6 MIL, 19,4% A MAIS QUE O PERÍODO ANTERIOR. ESSE RESULTADO JÁ SUPERA AS VENDAS TOTAIS DO ANO QUE ANTECEDEU O RECORDE DA ÚLTIMA DÉCADA (2007-2008). EM OUTRAS PALAVRAS, A HORA DE COMPRAR É AGORA.  

O cenário econômico brasileiro sugere que a temporada 2019-2020 representa uma oportunidade para os compradores conseguirem negociações favoráveis. Para os inquilinos, é a última chance de obter contratos que o favoreçam, já que a tendência é de alta no valor dos alugueis. 

Até junho de 2019, os investidores de fundos imobiliários acumularam alta de 8% no rendimento médio dos dividendos, conforme levantamento do InfoMoney com base em dados da Economatica. Esse referencial já supera o CDI (com variação acumulada de 6,35% no último ano, até junho), sem contar o benefício da isenção de Imposto de Renda sobre os dividendos distribuídos. 

Os investidores desse tipo de fundo também contam com outra vantagem: renda periódica ao cotista, pois essa categoria de investimento distribui 95% dos resultados semestrais. O BC Fund, que obteve o maior índice de dividend yelds no último período, marcou 17,78% em 12 meses (até 28/06/19).

Saiba mais em: https://lp.infomoney.com.br/panorama-novo-mercado-imobiliario